UTILIDADE PÚBLICA: Vacinas e Exigências Sanitárias Para Viagens Internacionais

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Caros Colegas Analistas,

         Janeiro é mês de colocar o blog em dia. Na correria de todo santo dia de trabalho e estudos (sim, engana-se quem um dia pensou que iria parar de estudar) fica difícil postar tudo que eu gostaria. Mas eis que estou determinada a fazê-lo. Assim, o post de hoje – que para muitos não apresentará nenhuma novidade – é para dar aquele alerta para quem está começando sua vida no meio internacional (e que, portanto, já deveria ter sido feito há tempos).
         Este post então é endereçado não somente para quem vai lidar com o meio internacional na parte teórica, mas para aqueles que irão abraçar a parte prática, fazer as malas e partir. Além do óbvio que é o seu passaporte válido em mãos, outra coisa igualmente óbvia – mas muitas vezes negligenciada – é ter seu certificado de vacinação internacional emitido pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em dia. Isso significa fazer aquela pequena pesquisa sobre quais vacinas são necessárias tomar para entrar no país de destino, tomá-las, e pegar seu certificado de vacinação internacional na ANVISA.
           Brasileiros com mania de deixar tudo para a última hora e sempre acharem que poderão dar um jeitinho em tudo, #ficamasdicas: 
1. A maior parte das vacinas tem que ser tomada com vários dias de antecedência para fazerem efeito;
2. O cartão de vacinação nacional não serve para nada fora do Brasil; é necessário retirar o internacional na ANVISA;
3. A maior parte dos aeroportos possui uma sala da ANVISA que faz essa emissão na hora; adiante-se e faça o seu cadastro pela internet, deixando somente para imprimir o certificado nesta sala ao invés de preenchê-lo lá também; EVITE FILAS;
4. A emissão deste certificado é gratuita;
5. Naqueles países em que este certificado é exigido, não tem conversa: sem o certificado não entra. É tão ou mais imprescindível que o visto em muitos lugares.
           Para muitos isso não é novidade. Que bom! Mas para outros tantos, essas informações fazem toda a diferença. Digo isto por experiência própria de ter trabalhado no setor consular de uma Embaixada e me deparar com as situações mais extraordinárias, mesmo em se tratando de pessoas acostumadas a viajar para o exterior. São sempre tantas coisas para serem definidas para uma viagem que muitas vezes detalhes importantes como estes passam batidos e geram muitos transtornos tanto para o passageiro quanto para suas representações diplomáticas. A Embaixada ou o Consulado brasileiro nada poderão fazer por você caso sua documentação não estiver correta. A vacina mais comum a ser tomada é a de febre amarela. Mas se você pretende viajar para a África, Ásia e Oriente Médio, não deixe de entrar em contato com suas   representações diplomáticas no Brasil e checar estas informações.
Para maiores informações acessem: 
http://www.anvisa.gov.br/sispafra_web/default.htm
Boa viagem!
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Internacionalista, mineira, radicada no Rio de Janeiro desde 2012. Idealizadora/Fundadora do What's Rel? (2011). Business Development Latin America para uma empresa canadense de engenharia, sócia da PAR Consultoria, e grande entusiasta da carreira de R.I. :)

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