LinkedIn: além da busca por vagas

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LinkedIn

O What’s Rel? já abordou o tema do uso do LinkedIn diversas vezes, de formas diferentes, tamanha a importância dessa plataforma no mercado de trabalho. Seja de maneira geral sobre como criar um perfil matador, ou sobre como utilizar de forma profissional, até mesmo de maneira mais específica sobre o LinkedIn Learning, ou sua política de privacidade. 

O tema é tão importante que temos inclusive um destaque no nosso Instagram respondendo dúvidas dos nossos seguidores por lá. Seguindo nessa temática, porém sempre com uma nova abordagem, o post de hoje é direcionado para o público que ainda utiliza a rede apenas para buscar vagas de trabalho. 

Se você faz parte desse grupo, é importante saber que grande parte da experiência que a rede busca proporcionar poderá ser mal aproveitada, já que o feed acaba sendo deixado de lado. 

Por isso, traremos a seguir de alguns pontos consideráveis que podem te fazer mudar de ideia. Então, se você quer estabelecer melhor contato com o LinkedIn, é importante saber que:

  • O LinkedIn não é igual às outras redes sociais.

Enquanto as outras redes sociais estimulam o entretenimento/consumo 24 horas por dia, podendo conduzir à uma relação não tão saudável com seus usuários, o LinkedIn visa conectar trabalhadores e empregadores num só lugar.

Dessa forma, suas experiências utilizando o LinkedIn não serão as mesmas do que as com o Facebook, por exemplo, e sim mais orgânicas (muito embora seja sim um canal de vendas, porém de forma menos agressiva e com escopo bem mais limitado).

  • Você pode acompanhar de perto a carreira que almeja. 

Imagine, por exemplo, que você queira trabalhar na área de desenvolvimento sustentável na ONU. Você pode conferir o perfil dedicado a esse setor, quais são as publicações mais frequentes, quais assuntos são abordados e, ainda, encontrar perfis de pessoas que trabalham nessa área. Entrando no perfil da pessoa, é possível analisar por meio dos campos “experiência profissional” e “formação acadêmica”  quais foram os passos tomados por ela, isto é, onde estudaram, quais cursos fizeram, quais experiências profissionais adquiriram anteriormente, em que eventos estiveram presentes, enfim, tudo que possa estar relacionado àquela profissão. 

Se isso parecer um tanto stalker, não há com o que se preocupar, pois no LinkedIn é bastante comum visitar perfis e os usuários optam se querem que suas visitas fiquem visíveis para o público (já com essa intenção) ou não. 

  • A chance de te notarem é maior do que num balcão de empregos.  

Ao entregar seu currículo no balcão de empregos, provavelmente entrarão em contato contigo quando houver uma única oportunidade. Já no LinkedIn, ao inserir em seu perfil suas experiências, competências e qualificações, todas essas informações estarão expostas a milhares de pessoas e instituições diariamente, o que as leva a analisar o seu perfil e, quem sabe, te considerar como um futuro potencial no meio em que trabalham.  Inclusive, é bastante comum profissionais de RH procurarem candidatos para vagas por meio do LinkedIn. 

  • Seu networking será aprimorado 

O LinkedIn conta com a ferramenta das conexões em que é possível, além de encontrar pessoas que você já conhece, ver sugestões de perfis parecidos com o seu e se conectar com quem deseja. Consequentemente, o número de contatos só tende a se expandir de forma significativa, aumentando suas possibilidades de networking e de acesso a conteúdos dentro da plataforma. 

Após todos esses tópicos, esperamos que tenha sido possível mudar de ideia sobre a rede e compreender que o LinkedIn não se trata apenas de um modo de arranjar emprego, mas sim de uma rede social capaz de fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação cada vez mais próxima com o mercado de trabalho e com sua carreira profissional de maneira positiva. 

Esse post teve a colaboração da estagiária voluntária Adriana Luisa, estudante de Relações Internacionais pela UFGD. 

 

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