BUSINESS DEVELOPMENT: um pouco mais sobre a minha experiência nessa área

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Por Elisa Pernisa

Olá, (futuros) Internacionalistas!

Como já compartilhado aqui no WR? em outra oportunidade , eu decidi escrever para vocês sobre os novos acontecimentos profissionais da minha última viagem. No meu primeiro post sobre o assunto, recebi muitos e-mails e mensagens de internacionalistas que se identificam com essa área de atuação, seja porque já trabalham nela, ou mesmo porque tem interesse em trabalhar no desenvolvimento de negócios.

Em junho eu fui para Puebla (México) participar do Congreso Mexicano del Petroleo (CMP). Foi a segunda vez que fui ao país, e novamente como parte da Delegação de empresas Canadenses, tendo em vista que trabalho para uma empresa de Calgary (Alberta). Preciso destacar o imenso apoio que o governo do Canadá dá as suas empresas em toda a organização dessas viagens. Além de serem pessoas extremamente profissionais, são muito agradáveis, o que torna uma viagem cansativa em um momento também descontraído.

Congreso Mexicano del Petroleo (CMP) reuniu centenas de pessoas em Puebla.

A viagem já começou boa por eu ter reencontrado por acaso um amigo internacionalista que atua na mesma área que eu: Business Development América Latina. Foi uma grande alegria me encontrar com o Flávio Pacheco, com quem estudei RI na PUC Minas. Mostrando mais uma vez como esse mundo é pequeno 😉

Diferentemente da minha primeira vez no México, nesse Congresso, além das reuniões nós visitamos muitos estandes de empresas. Antes da nossa ida já tínhamos uma agenda montada de reuniões que foram feitas no próprio pavilhão das empresas canadenses, e eu já tinha estudados todos os expositores da feira para saber com quem eu precisava me reunir nessa oportunidade.

Além disso, minha empresa contratou uma representante no México, e foi a primeira vez que nos encontramos pessoalmente. O ritmo de trabalho foi muito puxado, e além de fazer tudo que já estava programado eu também estava treinando essa nova pessoa da nossa equipe.

Para quem acha que essa vida de viagens é moleza, fica o alerta: eu viajei 23h do Rio de Janeiro à Puebla, saindo daqui numa terça e chegando lá quarta de tarde, e tive 1h30 ao chegar ao hotel para tomar banho e comer, e seguir para minha primeira reunião. De lá, já fomos para o evento de abertura do Congresso, com apresentações institucionais bem cansativas.

Meu primeiro dia em Puebla se encerrou às 23h. Na manhã seguinte, meu primeiro compromisso era às 07h30, e seguimos fazendo uma reunião atrás da outra até as 21h. Na sexta feira, começamos às 10h da manhã e fomos novamente até de noite (felizmente com um jantar bem legal com a delegação de empresas canadenses). No sábado, tive a oportunidade de fazer um pequeno turismo pela manhã e, de tarde, minha colega de trabalho e eu revisamos todas as nossas anotações, no intuito de definir como e por quem seria feito todo o follow up dos contatos estabelecidos na viagem.

Para quem segue nossa página no Instagram, eu fiz vários instastories contando diariamente como foi tudo. Então te convido a ficar ligado na próxima! Sempre avisamos quando alguém do WR? vai embarcar a trabalho para compartilhar com vocês.

Pensa que acabou? Domingo às 04h da manhã eu estava de pé para seguir para o Canadá. Sim, fui visitar a sede da minha empresa e participar de mais uma feira de Petróleo e Gás. Mas essa história vocês acompanham em outro post.

Se você quiser saber mais sobre como foi essa experiência, deixe seu comentário aqui e lhe responderemos o quanto antes!

Abraços,

Elisa

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Internacionalista, mineira, radicada no Rio de Janeiro desde 2012. Idealizadora/Fundadora do What's Rel? (2011). Business Development Latin America para uma empresa canadense de engenharia, sócia da PAR Consultoria, e grande entusiasta da carreira de R.I. :)

1 COMENTÁRIO

  1. […] Como contei para vocês no post anterior, eu já vinha de uma semana de trabalho muito puxada no México, e tinha levantado às 4h da manhã para ir ao Canadá. Meu domingo se encerrou às 22h. Nessa altura do campeonato, eu já estava deliberadamente ignorando a diferença de fuso e de alimentação que também impactam muito nessas viagens. […]

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