ABIN 2017: concurso para 300 vagas é autorizado

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Carreira na Abin é uma das mais desejadas por analistas internacionais. Concurso busca profissionais com a capacidade de gerar conhecimento estratégico para a proteção das fronteiras nacionais, contraespionagem, terrorismo e outros assuntos de segurança.

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou na última sexta-feira (14 de julho) a realização do concurso para a Agência Brasileira de Inteligência – Abin. Serão abertas 300 vagas, sendo 220 para oficial de inteligência, 60 para oficial técnico de inteligência e 20 para agentes de inteligência, com salários que chegam a R$ 15 mil reais.

VEJA A PUBLICAÇÃO DO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO (DOU) COM A INFORMAÇÃO AQUI.

A expectativa é de que o edital saia nos próximos seis meses. O concurso, portanto, deve ser realizado ainda neste ano ou no início de 2018. Há uma demanda enorme por profissionais na Abin, uma vez que muitas pessoas estão se aposentando e o trabalho no órgão só cresce. O governo acredita que passou da hora de reforçar a agência de inteligência.

 

Sobre o concurso

O processo de admissão compreende avaliação escrita, investigação social, avaliação médica e psicológica, prova de capacidade física (para alguns cargos) e aprovação no Curso de Formação em Inteligência (CFI). A ABIN conta com quatro carreiras: oficial de inteligência, oficial técnico de inteligência, agente de inteligência e agente técnico de inteligência. As duas primeiras são de nível superior e as duas últimas de nível médio.

 

A ABIN

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) é um órgão da Presidência da República, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional, responsável por fornecer ao presidente da República e a seus ministros informações e análises estratégicas, oportunas e confiáveis, necessárias ao processo de decisão.

Os profissionais de inteligência produzem conhecimentos que permitem a identificação de oportunidades e ameaças relacionadas a assuntos como: proteção das fronteiras nacionais, segurança de infraestruturas críticas, contraespionagem, terrorismo, proliferação de armas de destruição de massa, políticas estabelecidas com outros países ou regiões, segurança das informações e das comunicações, defesa do meio ambiente, proteção de conhecimentos sensíveis produzidos por entes públicos ou privados, entre outros assuntos.

Criada em 1999, a ABIN constitui-se em órgão de Estado permanente, apartidário e apolítico, com atuação nacional e representações no exterior. É o único órgão nacional cujo fim é planejar e executar atividades de inteligência de Estado para subsidiar o processo decisório nacional.

 

Print da publicação do DOU de 14 de julho de 2017

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