6 competências que a faculdade NÃO ensina, mas que são essenciais para os internacionalistas

Selecionamos seis habilidades que os internacionalistas devem desenvolver fora da sala de aula para chegar preparados ao mercado de trabalho.

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São quatro anos de luta e perseverança para chegar ao fim da graduação e, enfim, realizar o sonho de ter o diploma nas mãos. Mas, terminar a faculdade e se tornar oficialmente um internacionalista não garante que você será um profissional preparado para iniciar a carreira. Além de encontrar um mercado de trabalho bem concorrido, existem competências que a faculdade não ensina e que o internacionalista deve desenvolver sozinho.

Algumas atividades podem dar uma forcinha para quem quer chegar melhor preparado ao mercado. Participar de iniciativas acadêmicas, realizar trabalho voluntário, estágio, eventos e cursos de capacitação podem ser o ponto de partida para o futuro internacionalista.

Mas o que absorver dessas experiências? Quais habilidades o mercado espera e que não se ensina na faculdade? Para responder essas perguntas, selecionamos seis competências que podem ser desenvolvidas fora da sala de aula.

  1. Seja multicultural

O curso de relações internacionais por si só já é multicultural, mas buscar experiências de intercâmbio, para se ter a vivência de outra cultura, é enriquecedor para o internacionalista. Essas experiências podem ser de grande valor, levando em consideração o fato de que a contratação de um profissional multicultural pode ser inovador. Além disso, o profissional que já viveu a experiência de sair da sua zona de conforto é valorizado.

Como muitas vezes o intercâmbio pode ser caro ou de difícil realização, a alternativa é buscar conviver com pessoas de cultura estrangeira. Isso trará uma visão importante sobre como são as coisas lá fora.

  1. Conhecimento próprio e domínio de si

Uma das principais características de um universitário é o amadurecimento que ele ganha durante o curso.  Então, saber se autoavaliar é de suma importância. Busque compreender seus pontos fortes e fracos para poder explorá-los da melhor maneira possível. Buque também identificar seus preconceitos e tentar eliminá-los. O profissional de RI tem que lidar com pessoas de valores morais muitos distintos. Conhecendo a si próprio, você terá jogo de cintura para lidar com situações adversas.

  1. Liderança e gerência de pessoas

Adquirir instinto de liderança e assumir a frente de trabalhos e projetos durante a faculdade pode ser um ótimo início para quem sempre evitou tomar partido em determinadas discussões. Saber trabalhar em equipe é primordial, já que assim você se adapta a diversas formas de liderança e aprende a guiar diferentes tipos de pessoas. Buscar participar de empresa juniores, movimentos estudantis, como centros acadêmicos e associações atléticas, podem ser também oportunidades de instigar esse espírito de liderança e cooperação.

  1. Networking

Fazer networking definitivamente não é uma competência que você vai aprender na faculdade, e sim participando de eventos. Saber como abordar as pessoas e contar sua história não é tarefa fácil, mas são iniciativas como essa que vão te deixar mais comunicativo.

Networking é criar uma rede de contatos, com a qual você pode trocar informações com pessoas que atuam com RI.O verdadeiro networking é uma relação de troca, que não envolve apenas falar, mas é também saber ouvir.

  1. Capacidade de tomar decisões

Ter a capacidade de tomar decisões difíceis também é algo que um internacionalista tem que aprender a desenvolver desde cedo. Decisões até mesmo sobre pressão devem ser bem pensadas e analisadas, mas mostrar que você não tem medo de tomar decisões difíceis no ambiente profissional pode te fazer avançar umas casas no meio corporativo.

  1. Inovação

Um internacionalista sempre tem que ser manter atualizado do que está acontecendo no Brasil e no mundo, além de ficar atento às inovações que estão ocorrendo no mercado profissional. O mercado de trabalho busca profissionais que pensam de maneira criativa, e buscam levar ideias novas para a empresa e métodos diferentes, como apresentar o mesmo projeto, só que de uma forma diferente e mais criativa.·.

Inspirado no artigo “Me formei, e daí? Como desenvolver competências que a faculdade não ensina”,  publicado em 24/04/2017 na Gazeta do Povo.

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